A verdade sobre as banheiras de motel

Como é de conhecimento público, um motel, nesse nosso querido país, é um local utilizado única e exclusivamente para fornicação, por períodos de uma, três, seis ou doze horas. Quando o casal forniqueiro se enfurna no quarto por 3 ou mais horas, é comum que depois da trepada inicial, eles optem por tomarem um banho de banheira e ligam a hidromassagem.

Beijo vai, pegada vem e momentos depois o rapaz está novamente penetrando a moça, desta vez dentro da banheira, pois, afinal, é tão romântico, não é mesmo? Boquete submarino, cavalgada aquática, explorador de grutas subaquáticas são algumas das várias posições realizadas pelo casal dentro da banheira.

Sua mulher e você antes de descobrirem a verdade

Sua mulher e você antes de descobrirem a verdade

Você, meu amigo e amiga, que passou 1 hora trepando dentro da banheira, com a hidromassagem ligada, permitiu que todos os fluidos expelidos durante a relação de vocês fosse para dentro do encanamento da banheira, devido ao fluxo de água criado pela mesma. Vocês realmente acham que isso é uma coisa tão boa assim? Leia mais

Come get some! Duke Nukem 3D em alta resolução

Se você nasceu entre 1980 e 1990 (ou for precoce como o @geekpobre), existe uma grande chance de que o primeiro FPS que você tenha jogado foi Wolfenstein 3D, no seu 486 IBM Aptiva.

Wolfenstein 3D

Um grande clássico do mundo gamistico

Nota: Caso você não se enquadre nessa descrição, caso o primeiro FPS que você jogou foi CS numa lan house, favor desconsiderar este post e se matar de alguma maneira que resulte em soda cáustica cauterizando sua mucosa anal.

Seguindo, também é provável que na sequência você tenha jogado Doom, Doom II, e seus derivados, como Hexen e Heretic.

Mas seu mundo mudou, seus olhos realmente brilharam quando uma empresa chamada 3D Realms lançou, em 1996, um jogo chamado Duke Nukem 3D. Era uma inovação! Você podia olhar em todas as direções (inclusive USANDO O MOUSE), o personagem pronunciava umas palavras – que devido à sua falta de conhecimento do idioma inglês, você nada entendia – que pareciam ofensivas, existia interação com o cenário e, meu amigo, existia mulheres dançando de biquini e pagando peitinhos!
Só esse último detalhe já poderia ser o principal motivo para Duke Nukem 3D habitar todos os Pentium 75 MHz – manejados por jovens nerds – existentes na Via Láctea.

E o que você me diria, jovem nerd (hoje não tão jovem), se eu te contasse que hoje você pode reviver essa experiência em alta resolução?
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Qual a melhor maneira de limpar o ânus?

Um dia desses, antes de dormir, me lembrei de uma conversa que tivemos numa roda de amigos, onde o assunto era o papel higiênico. Um amigo defendia a idéia (FODA-SE a reforma gramatical) de que o papel higiênico não limpava o ânus adequadamente, e que tal tarefa quem executava com mais louvou era o chuveirinho.

Meu pai mesmo disse uma vez: “O papel higiênico só espalha a bosta por sua bunda. Você deve se banhar após defecar”. Essas não foram as palavras corretas que ele usou, mas era o que ele queria dizer.

Porém, o chuveirinho é realmente uma forma higiênica de se livrar das micro-partículas de merda que ficam impregnadas na bunda após um cagada?

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O que move a curiosidade humana?

Hoje, chegando ao trabalho, me deparo com uma ambulância e um carro de polícia algumas casas abaixo do escritório. Uma observação mais apurada me permite perceber um carro amassado e uma moto no chão. Além disso, uma pequena multidão cercava os veículos, semelhante a um bando de abutres sobrevoando uma carniça. Nada incomum, até agora.

Porém uma coisa começou a me incomodar. Todos os veículos que se aproximavam da cena reduziam a velocidade, motoristas e passageiros torciam o pescoço para deduzir alguma pista do que havia acontecido, como dignos CSI que todos somos. Obviamente, ninguém parou o carro para perguntar se os envolvidos no acidente estavam bem. O que move esta curiosidade humana?

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Vida Real x Vida Virtual

Minha vez de falar um pouco sobre a Internet serious business. Aqui não vou criticar ninguém especificamente, e sim toda a nação de vagabundos que mantêm a vida virtual acima da vida real – não deixando de me incluir, é claro.

A necessidade de auto-afirmação no mundo virtual deriva diretamente da não popularidade no mundo real. Aquele ser que não tem amigos, nem mulheres – comumente ilustrado pela figura de um gordo tetudo e fétido – descobriu que na Internet ele pode ser alguém respeitado, ter fãs, puxa-sacos, enfim, fama. Porém, quais são os reais benefícios que a fama virtual pode trazer? Por que estas pessoas preferem investir em um mundo não palpável em vez de se dedicar à vida real?

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Como usar os acessórios inclusos no iPod Touch

Quando recebi meu iPod Touch 1ª geração, percebi que ele vinha com umas peças de plástico – uma transparente e uma branca – das quais eu não fazia idéia da utilidade. Perdi aproximadamente 30 minutos da minha vida tentando entender pra que serviam aquelas peças e como elas se encaixavam ao iPod. Não obtive sucesso.

Me sentindo mais estúpido do que de costume, resolvi procurar no Google, e, para minha surpresa, o funcionamento das pecinhas era um segredo guardado pela Apple, até então descoberto por pouquíssimos indivíduos. É claro que estou dando desculpas para disfarçar minha burrice.

Se você está na mesma situação que um dia me encontrei, não se sinta desprovido de intelecto. Vou revelar à você a magia por trás do funcionamento destes acessórios.

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Review do iPod Touch Primeira Geração

Sempre achei que os iSomething eram coisas de veados e vivia me dizendo que nunca pagaria a fortuna que custam os produtos da Apple. Uma vez vi um iPhone de um amigo e, depois de passado o encanto inicial, vi que o aparelho tinha umas funções e aplicativos que simplesmente eram inúteis.

Um dia botei na cabeça que eu queria um PMP (Portable Media Player) que me permitisse entrar na Internet, para facilitar minha navegação antes de dormir e em lugares mais incomuns. Olhei os aparelhos da Archos mas logo descartei – Archos e Brasil não formam um bom par. Até que cheguei no iPod Touch. Parecia suprir minhas necessidades, apesar de que algumas reviews por aí dizem que ver vídeos no mesmo é como um cocô cheio de milho. Olhei várias outras marcas e aparelhos, porém quase tudo importado. Gostar de brinquedinhos eletrônicos e morar no Brasil fede como carniça de gato atropelado.

O resultado foi que a pouco mais de 1 mês comprei um iPod Touch 1ª geração na FastShop. Escolhi a primeira geração pois estava saindo de linha e o preço estava convidativo: R$ 649,00. O modelo escolhido foi o de 8 Gb pois foi meu primeiro produto Apple e eu não queria arriscar grandes quantias de dinheiro por um produto bonitinho e não funcional.

Mas, para minha surpresa, o iPod Touch se mostrou bem útil! Utilizo o brinquedinho para 1001 coisas, dentre elas jogar Poker online enquanto defeco. Que outro aparelho permitiria tamanha peripécia?

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For-Each em Java

Esses dias enquanto fazia meu TCC, cansado de tantos Iterators pensei: PORRA! Esse Java não tem For-Each ou algo parecido?

Uma pesquisa rápida no Google me mostrou que o Java tem sim um loop For-Each. Senti uma breve felicidade quando vi isso, me recordei da época que programava em PHP.

Bom, sem mais delongas vou mostar aqui como usar o bendito.

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O Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex e seus bugs

Poucos sabem mas já faz um certo tempo que abandonei o Windows. Venho usado o Linux como meu sistema operacional desde antes do lançamento do Ubuntu Hardy. Porém só com o Hardy que realmente resolvi vestir a camisa dos nerds virgens de 35 anos – esta estatística é verdadeira, google it.

Sempre gostei de testar distribuições linux e a que mais me cativou foi o Ubuntu por ter menos bugs iniciais – juntamente com o Suse, antes de virar openSUSE. Minha diversão era corrigir os bugs e colocar o sistema rodando 99% ao meu gosto.

Pois bem, já estava todo serelepe com o Hardy até que lembrei dias atrás: Porra, saiu o Intrepid! Fui lá correndo atualizar, mas ainda meio cabreio de aplicar um dist-upgrade. Fiz a atualização e para minha surpresa meu sistema ainda funcionava, parabéns ao time Ubuntu.

Não satisfeito com a atualização bem sucedida, resolvi formatar a máquina para ver como era o Intrepid recém instalado; saber que pacotes vieram por padrão, se tinha mudança na interface e muitas outras coisas que obviamente não justificavam eu formatar a minha máquina para ver – principalmente porque, pelo fogo no butão, esqueci de fazer backup dos meus tweaks, e-mails, scripts, temas, etc. Mas tudo bem, afinal era o Ubuntu Intrepid que iria habitar meu agora espaçoso HD.

Instalei o Intrepid com sucesso, e, para minha felicidade, me deparei com saborosos bugs para resolver, mais do que no Hardy. Como sou um sujeito bacana, vou colocar aqui a solução para alguns deles, que devem estar chateando muitos usuários do Ubuntu no Brasil.

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Gays gostam de homem ou não?

Esses dias, numa conversa aleatória com a patroa, o assunto caiu em gays. Ela fez uma afirmação que me deixou cabreiro, a ponto de escrever este texto.

- Gays não gostam de héteros. Eles os acham brutos e preconceituosos.

Antes de poder discorrer mais sobre o tema, acho interessante mostrar a diferença entre um gay e uma bicha.

A bicha é um tipo de homossexual que queria ser uma mulher promíscua e escandalosa. Faz de tudo para atingir tal objetivo. O que mais importa na vida desta pessoa é uma piroca grande e roliça em seu igualmente grande rabo.

Já o gay – ou o homossexual sentimental – é aquele que você desconfia se é gay ou não. É sentimental e intelectual. Se importa com o relacionamento com outrem, não só com manter sua própria rosca devidamente queimada.

Gay or not gay

Gay or not gay

Com tais diferenças definidas, podemos continuar.

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